sábado, 17 de janeiro de 2015

"Eu aprendi que não importa o que aconteça, ou quão ruim pareça hoje, a vida continua, e isso será melhor amanhã. Eu aprendi que você pode dizer muito sobre uma pessoa pela maneira como ele / ela lida com essas três coisas: um dia chuvoso, bagagem perdida e confusa luzes da árvore de Natal. Aprendi que, independentemente de seu relacionamento com seus pais, você sentirá falta deles quando eles estão longe de sua vida. 'Aprendi que fazer um "viva" não é a mesma coisa que fazer uma "vida". Aprendi que a vida às vezes nos dá uma segunda chance. Eu aprendi que você não deve passar a vida com uma luva de apanhador em ambas as mãos; você precisa ser capaz de jogar alguma coisa de volta. Aprendi que sempre que decido algo com o coração aberto, eu costumo tomar a decisão certa. Aprendi que mesmo quando tenho dores, não tenho que ser um. Eu aprendi que todos os dias você deve alcançar e tocar alguém. As pessoas adoram um abraço caloroso, ou simplesmente um tapinha amigável nas costas. Aprendi que ainda tenho muito a aprender. Aprendi que as pessoas vão esquecer o que você disse, as pessoas vão esquecer o que você fez, mas as pessoas nunca esquecerão como você as fez sentir. "- Maya Angelou
"Tudo muda quando você começa a emitir sua própria freqüência em vez de absorver as freqüências em torno de você, quando você começa a imprimir sua intenção sobre o universo em vez de receber uma impressão da existência." -Barbara Marcinia

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Hoje sei o que falar,
onde pisar,
onde pousar.
O que calar pra preservar
o bem-estar dentro de mim.
(Ramon Btx)

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

"..Coisas simples que perdemos nessa marcha de uma evolução cega. Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção. Tornamos-nos máquinas e agora estamos desesperados por não saber como voltar a "sentir", só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós.."
(Arnaldo Jabor)
Diariamente reuniam-se para assistir aos noticiários de tv e aguardavam a programação noturna como um ritual familiar. Entre eles havia muita proximidade afetiva e poucas palavras balbuciadas nos intervalos comerciais. Entretanto, tinham um pacto de cumplicidade que dispensava a quebra do silêncio. Em algumas cenas, todos coravam, mas sabiam da vida o bastante para entender que muitas coisas não deveriam nunca dizer.
(Ézio Deda)
Maria era também a folha em branco, barreira oposta ao rio impreciso que corre em regiões de alguma parte de nós mesmos. Nessa folha eu construirei um objeto sólido que depois imitarei; o qual depois me definirá.
Maria era também o sistema estabelecido de antemão, o fim aonde chegar. Era a lucidez, que ela só nos pode dar, um modo novo e completo de ver uma flor.. de ler um verso..
(João Cabral de Melo Neto)

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

É muito mais emocionante emergir das profundezas do que manter-se sempre no topo.
(desconheço o autor)